4.5.06

Vamos por partes

Luzia: bem-vinda de volta! Ainda bem que você não foi abduzida por ETs e que existe vida inteligente (e internet) em Santana! Mas até você aparecer fisicamente não temos como saber se você foi morta e substituída por um programa de computador... Já sei! Vamos todos ao serão do Oswald conferir?

Foto: como consegui a foto da Luzia? Tirei enquanto ela dormia (fazendo cara de pseudointelectual estilosa)? Pedi para o namorado secreto dela tirar enquanto eles faziam... caras de pseudointelectuais estilosos? Invadi o PC dela e peguei? Um grande "nem te conto" para todos vocês! Quem descobrir ganha um presente do PH.

Sekkel: não, na verdade a retória (sic) era uma prática mais comum nas comunidades pré-históricas, sendo que a oratória dos homens-das-cavernas era já muito desenvolvida. Com combinações das quatro palavras existentes (ug, ugh, hug* e uhg), Ug (o dito avô da história, título dado por Og) narrou guerras utilizando-se de uma retórica tão poderosa que faria o próprio Sócrates beber sicuta. De fato, o único registro dos relatos de Ug acabou nas mãos de Sócrates, que copiou o que leu e hoje é tido como o criador da retórica. Outro que tinha profundo conhecimento da retórica, da oratória, da gramática e da biologia foi Tiririca. Hoje um dos homens mais habilidosos nessa arte sou eu.

Mas sério, Sekkel, quem perguntou? E, aliás, quem precisa de perguntas retóricas?

Luzia de novo: verdade, ainda há esperanças! Mas nunca achei que não houvesse.

Todos: vamos no serão aí?

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* Uma das possíveis acepções do vocábulo pré-histórico hug é "abraço", e daí vem a palavra saxônica.